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Observação inutel sobre AFI

Não é nada novo, só descobri agora e fiquei um pouco chocada com as mudanças do vocalista do AFI (é, eu gosto de algumas músicas deles e jogo no rock band, hehe).

Como que isso:


Foi mudando para isso: 


E acabou assim? 


Tudo em intervalos de 3 anos, haha. 
Só não vou elogiar mais porque vai que o cara tem alguma recaída xD

5 músicas para andar

Geralmente o título de um post como este é "músicas para malhar" mas definitivamente eu não malho. Na verdade eu nem curto andar, mas é um mal necessário para evitar (ou postergar) que eu vire uma gorda mórbida agressiva - e repare que isso não é impossível pelo número de vezes que eu falo de comida por aqui.

O único jeito de fazer uma caminhada render é com música que me motive (ou alguma coisa minimamente bacana passando em um monitor ou TV, se houver algum dos dois perto da esteira, o que não acontece comigo).
Pena que a maioria esmagadora das músicas de academia são as de balada e não gosto delas porque sou velha haha. Ao invés de ficar com vontade de me mexer eu me irrito!

Atualmente tenho uma lista de músicas que sempre me dão um fôlego a mais dentre as que eu já ouço sempre no mp3 player. Naqueles momentos que eu acho que vou parar mas consigo andar mais um pouco ou simplesmente sinto o tempo passar um pouco menos devagar. Segue a listinha:



(espero que este playerzinho tenha funcionado)

Aceito sugestões, afinal quem sabe com mais músicas eu consiga andar por mais tempo hehe.
Voltaremos em breve à nossa programação normal sobre comida #vaigordinha. \o/

Rock Band 3

Esperei 19 longos dias desde o lançamento do jogo para tê-lo em minhas mãos! Minhas expectativas foram sanadas e com certeza ficarei neste vício por mais um tempinho hehe. Com certeza é o melhor, mais bonito e mais completo da franquia.

Desta vez eu estava um pouco menos afobada, abri calmamente a embalagem, até dei uma folheada nos manuais e esperei para ver o vídeo de abertura. E então a paciência foi pro beleleu e já fui logo pro quickplay, hehe.



Pra ficar mais fácil, listarei os pontos positivos e negativos que achei do jogo. Só para constar, não sei cantar e muito menos tocar algum instrumento de verdade, também não citarei nada sobre guitarra, baixo e muito menos os seus pro modes porque eu ainda não sei jogar com estes instrumentos nem no nível médio. xD

Aspectos do jogo
• O menu está muito mais bonito, mostrando a banda que o jogador criou em várias situações diferentes e felizes ao fundo e com mais opções também;
• A personalização dos personagens ficou muito mais detalhada. Meu lado menininha gostou muito disso;
• O "modo história" do jogo ainda segue a linha do evoluir a banda segundo o número de fãs conquistados. Quanto mais fãs, em mais lugares a banda toca, com mais meios de transporte e mais cidades. A grande diferença é que em cada lugar há 3 opções diferentes para "passar a fase", geralmente são listinhas de 2 ou 3 faixas temáticas (anos 80, por exemplo). Achei isso ótimo porque lembro que no Rock Band 2 tive que jogar várias vezes a mesma música (e às vezes eu nem gostava dela) só para liberar outras;
• E pra quem já quer ir logo tocar sua música favorita, todas as músicas do jogo já aparecem liberadas no Quickplay desde o começo;
• Outra coisa nova é o menu Career, onde é possível ver estatíticas das músicas jogadas, rankings e os goals, que seriam achievements do próprio jogo e que às vezes coincidem com os do console;
• Ainda não me entendi direito com o Quickplay em rede. Eu achava o jeito anterior muito mais justo e fácil, com cada jogador escolhendo uma música em uma ordem específica. Até agora o que vi foram listas enormes, onde cada jogador escolhia quantas músicas quisesse e o líder da banda, escolhido aleatoriamente, tinha que correr para tirar as músicas que não queria, colocar as que queria e confirmar antes que alguém mudasse o_O";
• Cada jogador possui o seu próprio menu com opções como personagem e configurações do instrumento;
• É possível ligar o No Fail e mudar a dificuldade a qualquer momento;
• Ao final da música, aparecem estatísticas detalhadas, como por exemplo as porcentagens de acerto em cada trecho, quantos pontos da banda foram feitos pelo jogador ou ainda quantos goals foram liberados;
• Agora dá para acreditar nas bolotas de dificuldade, me parecem ser mais reais;
• Há uma opção para linkar o jogo com o seu perfil no site/fórum oficial, assim as outras pessoas podem ver sua evolução no jogo e também se inscrever em Battles. Olhae o meu lá!;
• Ah sim, agora as Battles podem ser criadas por qualquer pessoa;
• Sorte que já existiram várias edições anteriores e DLCs disponíveis porque a setlist está bem fraquinha no geral. Há poucas músicas muito boas e muitas músicas... nada.

Pro mode - Bateria
• Muito emocionante;
• Infelizmente me faz sentir muito retardada, acertando o pad quando deveria ser o cymbal e vice versa. Tanto que no Expert eu só consigo jogar músicas de no máximo 3 bolotas de dificuldade;
• No começo eu achava estranho bater nos cymbals, principalmente nos fills, mas deixando eles um pouco mais frouxos com o tempo me acostumei;
• Todas as músicas possuem pro mode para a bateria, mas o chart é o mesmo do Expert, trocando apenas alguns pads por cymbals;
• Eu já disse que preciso de um segundo pedal?

Vocais
• Não curti o Pitch Correction, ou vai ver eu já tava acostumada a gritar de um jeito que o jogo entendesse;
• Há mais seções onde é possível ativar o overdrive. Até onde eu vi, elas apareceram entre palavras se seções sem pitch ou onde era para estar palavras que foram censuradas;
• A seta que indica o pitch não deixa tão claro assim se você está acertando e fica um pouco confuso nos trechos de overdrive;
• Não há mais opção para regular a sensibilidade do microfone. Provavelmente para dar espaço para as regulagens de volume dos 3 microfones;
• É possível jogar no modo Harmonies sozinho, assim o jogador fica com mais opções de tom para acertar (acertando uma das cores por inteiro no trecho já vale para acertar);
• Não dá pra jogar como segundo ou terceiro vocalista online, mas se os cantores estiverem no mesmo console sim. Por isso na caixa do jogo diz ser possível jogar de 2 à 7 players online;
• Bohemian Rhapsody é foda. Não vou passar isso no Expert nunca na minha vida.

Para concluir, uma foto que prova que um dia eu fiquei em primeiro no Leaderboard de alguma coisa nessa vida. Sim, a essa altura eu já devo ter sido destronada, hahaha.

Show: X Japan

Quem diria que um dia eu estaria aqui, escrevendo um post com esse título? Eu, que era uma das únicas pessoas do meu colegial que preferia outras bandas, que jamais pensaria na chance de ir no show de uma banda japonesa que já havia acabado e que cujo guitarrista havia morrido.
(Se bem que ultimamente tem acontecido tanta coisa que eu jamais esperava acontecer comigo... hehehe!)


Enfim, fiquei sabendo que eles resolveram fazer uma tour na América do Norte um pouco depois de ter voltado dos EUA. A princípio foi uma má notícia, mas conseguimos dar um jeito e eu voltei para ver o show junto com o namorado e ainda curti-lo mais um pouquinho. ^^

Chegamos em NY um pouco antes do check-in no hotel, mas como o quarto demorou para ficar pronto, só conseguimos chegar na fila meia hora antes do teórico início. E ela dava a volta no quarteirão (de tamanho decente) inteiro. Por um lado foi bom porque ficar na linha de frente, sendo esmagado e levando cuspe do Toshi não era a nossa intenção.


O mais legal é que, enquanto esperávamos, pessoas andavam pela fila com caixas de pizza dizendo que eram cortesia do Yoshiki e que horas antes ele havia comprado chocolate quente também. OH! Caramba, quem é que faz isso? Esse cara é demais mesmo. Também não preciso dizer que o show era dele. Todo mundo gritava o nome dele, queria vê-lo tocar bateria e piano e ouvir o que ele tinha a dizer.

Claro que antes disso tomamos um senhor chá de cadeira. Demoramos para entrar; depois esperamos o show de uma bandeca chamada Vampires Everywhere começar; aguentamos 6 músicas, SEIS músicas, da bandeca e ainda esperando mais quase meia hora para a abertura do show em si, mais a enrolação pra voltar do bis.

Não toca mais Amethyst, mas ainda tem a mesma gravação introduzindo os membros e aquele "X Japan" em looping quase infinito. Aliás sentimos falta de várias músicas que queríamos demais ouvir ao vivo: Dahlia, Tears, Forever Love (que só tocou em playback no finalzão do show) e principalmente Rusty Nail e Silent Jealousy em japonês. Sim, porque a versão que eles tocaram nesta tour inteira foi em Toshinglês, AAAARGH! E por que um solo de violino??? E Art of Life?! >_<


Mas não tenho do que reclamar. Ver o Yoshiki em ação ao vivo é demais, o cara é foda mesmo. Por mais que as músicas estivessem adaptadas e que a setlist tenha sido escolhida para tentar agradar o público gringo, elas ainda eram as mesmas que te fazem vibrar. Meus joelhos estavam mortos e ainda assim eu pulava e agitava os braços pra cima como uma doida, hahaha.


Outra vantagem é que a maioria do público era composta por nihonjins e nerds, ou seja, ninguém que pudesse me atropelar e que eram facilmente empurráveis hehehe. A maioria parecia ter mais ou menos a mesma idade que a nossa, mas não foi difícil encontrar umas senhorinhas pulando, mais discretamente, nas bordas da pista. É engraçado pensar que a banda esperava há anos para tocar em Nova York e muita gente lá também esperava vê-los. Acho que, assim como nós, havia mais gente que jamais pensaria em estar ali naquela noite.

Foo Fighters Live Performance from Studio 606


Quando fiquei sabendo que, depois do U2 ter transmitido um show ao vivo pelo youtube, o Foo Fighters faria o mesmo, só que de um estúdio pelo facebook, endoidei. Queria muito assistir mas tinha quase certeza que as minhas conexões não aguentariam o streaming. Explicando: no momento tenho o Speedy, constante mas com velocidade baixa, e o 3G, de boa velocidade mas não tão constante assim.

Fiquei o dia inteiro de mimimi por causa disso, mas na hora da transmissão eu não aguentei e fui tentar assistir mesmo assim. Queria ver qualquer coisa, nem que fosse com imagem congelada e som picado. Para a minha total surpresa (e alegria \o/) o streaming estava rolando! A imagem as vezes congelava, mas o som estava constante e lindo!

Eu sei que sou muito boba, mas achei o bagulho demais, 2 horas e meia de diversão garantida! Fiquei pulando e cantando que nem uma maluca aqui, sozinha no meu quarto diante de um monitor. O show não poderia ter começado melhor: The Pretender! Simplesmente a música que me endoideceu foda um tempinho atrás (e que voltou a endoidecer porque vai virar DLC do Rock Band, UHUL!). Depois foi só alegria: My Hero, Times Like These, All My Life, Skin and Bones, Word Forward, Learn to Fly, Monkey Wrench, Breakout, Everlong, Low... Nuss, nunca pensei que reconheceria tantas músicas, haha! Bendita hora que eles resolveram lançar um CD de coletânea feliz. \o/


Legal também que eles tinham um laptop lá e acompanhavam o que o pessoal dizia no facebook - volta e meia rolava vergonha alheia porque apareciam mensagens de brasileiros sem noção, sorte que eles não entendiam hehe.
Enfim, poderia rolar mais esquemas como esse e principalmente um showzin básico do Foo Fighters aqui no Brasil. Eu iria me acabar fácil, uhuuuul!


PS: Agradecimentos especiais para tio Samuel, Ana e Chen, que aguentaram os meus chiliques em caps lock no msn. xD

Shine

A música tá feliz demais, o clipe é estranho (pra variar), mas eu gostei!



E eu já falei que pegava esse baixinho, velho, andrógeno e que não sabe se vestir? Hehehehe.

Jpop véio: Menções Honrosas 1

Fazer um post só pra eles é um desperdício, mas ignorá-los é mancada demais! Vou postar alguns vídeos aleatórios de Jpop véio que merecem uma espiada.
Ou não né, caso você já esteja de saco cheio desse assunto, haha!

Kome Kome Club - Kimi ga iru dake


KAN - Ai wa katsu


Sharan Q - Zurui Onna

Chage and Aska

Eles não tinham lá músicas muito empolgantes, bem elaboradas, de letras profundas. Nem eram bonitos, dançavam bem ou davam escândalos. Eram normais até demais, se você levar em consideração que japonês é tudo louco. Mesmo assim Chage and Aska conseguiram emplacar uma renca de hits que grudam no seu ouvido e que não deixam de ser legais para se ouvir por um certo tempo.

- A música Something There foi cantada em uma ótima tentativa de inglês. Acabei de saber que ela foi tema do filme do Street Fighter toscão.



- Já o clip da On Your Mark teve a honra de ser produzido nos Estúdios Ghibli, escrito e dirigido por ninguém mais ninguém menos que Hayao Miyazaki, hohoho! A ignorante aqui viu esse clip há mais de 10 anos atrás e nem se ligou muito na animação porque achava a música chatinha!



Outras músicas felizes altamente recomendadas:
• Meguriai
• Say Yes
• Yah Yah Yah!
• Love Song

The Checkers

Não manjo muito da história deles, então vou resumi-los como uma banda pra lá de feliz (e brega) dos anos 80 e que deu super certo. Mesmo sendo brega pra dedéu , o vocalista e o saxofonista (que por um acaso são irmãos) são bem simpatequenhos, hehehe!

O vídeo abaixo é de uma apresentação na TV da música "Julia no Heartbreak", que por sinal foi ressuscitada no Ouendan 2, yuhuuuuu! \o/
As roupas são horríveis (eu já falei que eles são bregas?), os caras não tinham uma boa coreografia, mas eu gosto mesmo assim!



Como toda boa banda, eles se separaram em 92 e o vocalista Fumiya Fuji seguiu carreira solo. Sei que no começo as coisas estavam indo bem mas depois não sei que fim ele levou.



Outras músicas felizes altamente recomendadas:
• Giza Giza Heart no Komori Uta
• Namida no Request
• Ano Koro to Scandal
• Song for USA

Matchy

Esta semana comecei a fuçar no Youtube em busca de pérolas do JPop antigo. Para minha surpresa, tenho encontrado mais coisa que imaginava, haha! Agora vai sobrar pra quem visita este blog porque vou postar as minhas velharias favoritas por aqui.

Para começar esta série bizarra, ninguém melhor que Kondo Masahiko, ou o Matchy.



O cara não cantava aquelas coisas, mas não dava pra negar que as músicas eram um grude mental e que ele era bem simpatequenho, hehehe! Como se não bastasse isso tudo, ele também é super gente boa. Já salvou namorada suicida (Akina Nakamori, que também era uma cantora famosa) e menininha de afogamento!

Uma história que a minha irmã nunca se cansa de contar foi sobre o show que ele fez aqui no Brasil. Só por isso já dá pra sacar como o cara tem um coração bom, né não? No auge da carreira, em 1988, o Matchy se deu ao trabalho de vir até o fim do mundo e dar um show para comemorar os 80 anos de imigração japonesa. Isso mesmo, ele não cobrou nada pela sua presença!

Mas é claro que nesse país onde tirar vantagem do próximo é moda, alguém tinha que aparecer pra lucrar em cima da boa alma. Esqueci o nome do trem, só lembro que ela era apresentadora de um programa medonho da época que se chamava "Imagens do Japão". Ela saiu falando por aí que o show seria pago, ia lucrar em cima da pobre alma! Óbvio que ele não deixou barato e enquanto a cretina não devolvesse cada centavo que arrecadou na brincadeira não teria show.
Ah sim, minha irmã foi no show e se esbaldou, haha!

Depois que a fama começou a diminuir, Matchy virou corredor de um circuito feliz japonês e mais tarde teve até a sua própria equipe.
Vai entender!

Drink it Down!

Eu sei que já tinha falado dessa música em outro post, mas daquela vez foi para postar o clip do jogo. Agora é a vez do clip da música inteira, cujo single foi lançado no começo desse mês.

Podem falar o que quiser, mas eu ainda adoro essa L'Arc~en~Ciel!
E também adoro esse vocalista véio, baixinho e biba, hahaha!

Trailer do Devil May Cry 4

Nunca joguei nenhum Devil May Cry na vida, mas a música é do L'Arc~en~Ciel, huhuhu! \o/



Para ver um video com uma definição melhor, mas com player mais chato, é só visitar o Kotaku.

Finalmente... show do Edo!

Foi a primeira vez que consegui ver o Edo cantar com a J~Squad. Até então, só consegui ouvi-lo na época que ele ainda só participava dos animekês ou quando a gente tava na faculdade, indo de um prédio para o outro ou na hora dos intervalos (nosso rádio ambulante!). Não consegui mais pisar em um evento de anime e encarar aquele amontoado de gente que achava que era feita de nanquim e acetato só para prestigiá-lo, além de ter que pagar uma graninha considerável e enfrentar uma fila dos infernos.

Desta vez ele tocou na UCEG em Guarulhos, mais acessível e com menos gente. Mesmo assim tivemos que completar uma pequena quest para conseguir chegar lá e ver alguns minutos do show: passar por dois mercados fechados antes de encontrar um, mais longe, para comprar 1 kg de arroz para poder entrar no evento e desviar de um mob de manos, seguindo por um caminho muito estranho e maior antes. Depois do show ainda enfrentamos cerca de duas horas de viagem de volta para São Paulo. Puxa... acho que estou passando da idade para fazer essas coisas, hahaha!

Aí vai um trechinho que conseguir gravar sem nenhuma cabeça passando pela frente da minha câmera. É o refrão da música Rewrite, do Asian Kung Fu Generation, a última abertura do anime de Fullmetal Alchemist.