Momento cobaia: Camu camu

A julgar pelo nome do blog, eu deveria postar mais sobre os "causos" em que atuei como cobaia. Mas quem disse que eu lembro?

Dia desses, pra variar, minha mãe estava vendo um desses programas inúteis que passam à tarde na TV aberta. Em uma das matérias o tema era o camu camu, uma frutinha do tamanho de uma jabuticaba gorda, avermelhada e que tem mais vitamina C que a acerola.

Nessa hora ela se lembrou da minha irmã que vive gripada e da minha outra irmã que passava parte das férias em Manaus, logo, assim que uma voltasse para São Paulo, a outra experimentaria a tal frutinha exótica feliz.

Experimentaria, se eu não tivesse pegado uma gripe chatinha bem neste momento.

Prontamente preparam um suco de camu camu para mim e fizeram questão que eu fosse a primeira a experimentar. Aliás muito legal ser chamada de cobaia por pessoas que nem fazem ideia que eu tenho este blog, hehe.


A cor é bonitinha né? No fundo parece ter um gosto bom, só que também era azedo, amargo e amarrava a boca ao mesmo tempo - provavelmente porque bateram a fruta inteira no liquidificador. Por sorte as duas últimas sensações passam rápido, principalmente se você bebe um copo de mate com guaraná logo em seguida.

Pelo menos tive uma overdose de vitamina C como nunca tinha tido antes e só espero não ter nenhum efeito colateral por causa disso.
Para mais detalhes saudáveis-técnicos do camu camu clique aqui.

Fala na cara

A ideia não é nova e a bola da vez não é nenhum bom exemplo de honestidade.
Mas não dá pra negar que o quadro novo do CQC foi divertidíssimo e que o Maluf é brilhantemente cara de pau pra dedéu.

Quem quer ser um milionário?

(Eu! Eu! Dããã xD)

Acabei de sair de uma sessão de pré-estreia do filme satisfeita. Aliás, como existes sessões de pré-estreia pra esse filme aqui em São Paulo! 28 salas, inclusive na rede Cinemark feliz e em horários decentes. Tá certo que a estreia oficial já é nessa sexta, mas vai que tem mais gente que não tá afins de esperar também, heh.

A ideia central do filme não é lá algo muito criativo: um garoto indiano de origem beeem humilde que participa de um jogo de perguntas e respostas que vale dinheiro e se sai tão bem que começam a acreditar que ele esteja trapaceando (uffs!). O legal é como a história vai sendo contada, porque ele entrou nesse programa e como sabia da maioria das respostas.
As peculiaridades estéticas da narrativa são muito interessantes também - e eu escrevi essa frase bonitinha porque eu realmente acho isso mas não sei descrever mais.

Ouvi dizer que o filme se parece muito com Cidade de Deus. Não sei se é porque Cidade de Deus retrata a nossa realidade, mas eu discordo. Mesmo sendo a pobreza, que por vezes molda o caráter das pessoas, é a mesma em ambos. Sei lá, tive a impressão que Quem quer ser um milionário é mais leve e mais esperançoso também. A mensagem que fica no final é muito que "As pessoas são boas, elas só precisam de uma chance e vamos dançar \o\".

Para aqueles que não tem paciência e já querem sair correndo da sala assim que a cena final some do telão, vale a pena esperar pra ver o começo dos créditos!Danças indianas aleatórias ruleiam! /o/
(eu tinha colocado o vídeo que tinha no youtube aqui, mas é claro que ele não ficaria muito tempo disponível xP)

E a Yumi escreveu um post sobre esse filme também, vale dar uma olhadinha.

Uma viagem feliz

Quando eu e meus amigos terminamos nossa tão sacrificada graduação, combinamos que um dia viajaríamos juntos para comemorar ao invés de pagar uma grana preta na formatura da faculdade - e que ainda por cima seria dividida com muitas pessoas da nossa sala que não gostávamos. Infelizmente nossas vidas ficaram cada vez mais corridas, nossas economias acabavam encontrando outros destinos e a nossa viagem foi sendo adiada. Até esse ano.


Não fomos exatamente para o lugar que queríamos, mas nos divertimos muito mesmo assim. Praia não é exatamente o meu destino favorito, mas quando a água é própria para banho e não está apurrinhada de gente, a coisa fica interessante. Aliás a água estava ótima, fresquinha e sem ondas, até consegui nadar. Não faltou comida e bebida para nos nutrir e nem piadas para nos fazer rir que nem bobos! xD

As três coisas que eu mais senti falta foram de cascos azuis no Mario Kart (maldito Edo!), ar condicionado (maldito calor!) e um repelente que funcionasse contra os borrachudos (malditas 88 picadas, sendo que 11 delas foram no meu pé esquerdo!).


Apesar de achar isso legal pra dedéu, não tenho muito o costume de viajar. Minha família nunca foi muito empolgada a isso (ir pro interior visitar parente não vale) e ir por conta própria depende de dinheiro e também de companhia. Têm coisas que eu acho que perdem muita da graça se você fizer sozinho. Ter conseguido marcar essa viagem com um pessoal que eu considero muito foi tudibom e muito propícia.
Consegui desligar a minha cabeça da vida real a tal ponto que consegui sobreviver 4 dias sem internet e me senti totalmente fora de ritmo quando voltei.

PS: Este post está sendo publicado hoje porque ontem a minha internet tava tão ruim que nem a página do google conseguia carregar! ARGH!

Update do PS: O problema não foi só comigo, como consta nesta notícia. Se o incêndio não afetou os usuários domésticos, então porque raios a minha ligação nem chegou aos ouvidos de um atendente, depois de 15 minutos de musiquinha esdrúxula, ontem à noite? ARGH²!

Tchau, Willy


Ano passado a gente perdeu o Flick. Esse ano, hoje, a gente perdeu o Willy. Eu tô tentando digitar este post agora, enquanto tá tudo rodando aqui na minha cabeça, porque não quero pensar em tudo isso de novo. O meu primeiro cachorrinho, tão desejado, tão lindo, tão bonzinho se foi.

Ele já não enxergava mais (ou enxergava só vultos), tinha problemas de infecção no ouvido, na pele toda (desde que uma veterinária infeliz disse que ele poderia ser tosado), já tinha tido tumores nos olhos e no testículo, só levantava pra fazer as necessidades (e às vezes nem isso), já tava com os cotovelos todos machucados por causa disso. Não tinha mais cura e nem um jeito de aliviar a situação dele.

Por mais que eu saiba que foi mais do que necessário, que ele já tava sofrendo há anos e a cada dia que passava as coisas só ficavam piores, não teve como não sentir aquela fisgada no peito, aquela dor que só me fez fazer chorar desde que a veterinária chegou aqui em casa. Quando ela me perguntou se era pra sacrificar hoje, eu não conseguia responder. Ali na hora, olhando pra ele, sem saber o que tava acontecendo, putz... Eu queria ter esperança que se a gente esperasse ele poderia melhorar. Mas ela confirmou que não ia, que o máximo que dava pra fazer era ir levando até que chegasse um dia que ele estaria realmente ruim e morreria.

Não queria prolongar o sofrimento dele que nem foi com o Flick. Mó stress, tanto pra ele quanto pra minha mãe, pra só ter uns meses de sobrevida e morrer no auge do sofrimento. Minha mãe já tava sofrendo muito em ver o Willy daquele jeito; ela foi mais corajosa que eu e pediu pra sacrificá-lo. Eu não consegui me conformar na hora, me recusei a vê-lo morto mesmo sabendo que ele não sofreu - a veterinária aplica uma anestesia, espera ele dormir e então aplica o remédio que mata.

Caras, isso dói muito. Dói pensar o quanto ele sofreu esse tempo todo ao mesmo que tempo que dói por saber que eu nunca mais vou vê-lo de novo. Quando eu me despedi dele, só consegui passar a mão no rosto dele e dizer "Tchau, Willy". Sempre que eu saia de casa eu falava tchau pra ele, mas dessa vez doeu dizer o último tchau.

O mais foda de tudo é pensar que quando eu chegar em casa não vou encontrá-lo. Nunca mais vou ver aquela carinha dele, que parecia querer me dizer "bem vinda de volta", querendo se levantar sem conseguir, abanando o rabo. Não vou mais ouvir o latido dele quando o caminhão de lixo passar. Nem a cara emburrada dele quando a gente tinha que dar banho.

Ah Willy, eu te amei desde o dia que o vendedor te tirou da gaiolinha e deixou você andar na grama. E você veio aqui pra casa no meu colo. Corria com as duas patas de trás juntas e errava o cálculo quando pulava no sofá. Tinha medo de descer as escadas, fuçava o carro atrás de biscoito, comeu uma abelha pra nunca mais comer coisa nenhuma que se mexesse no chão. Perdíamos mais de uma hora pra te dar banho, mas você sempre foi educado. Só rosnava pra quem realmente não gostava da gente. Se preocupava quando a gente saía do portão. Adorava deitar no molhado pra se refrescar. De manhã, tremia de frio só pra chamar a atenção, como se soubesse o que é isso com aquelas duas camadas de pelo.
Manhoso.

Descanse em paz, meu lindinho. Você já tá fazendo muita falta...

Elite Beat Agents IRL

Quem jogou e não pensou em como seria legal se de repente, em um dia normal, alguém estivesse com um problema e aparecesse um trio de malucos dançando pra ajudar?



Eu também ficaria muito feliz se encontrasse peças de tetris ambulantes. \o/



Mais (e muitos) vídeos zensacionais aqui.

Active Life Movement




Se bem que eu achei os legos gordinhos bonitinhos e seria MUITO legal ter uma Barbie obesa, hehehehe!