Sei que a essa hora o tema já tá mais do que batido e todo mundo já reclamou, fez piadinhas, redirecionou links de notícias e tralala. Só que eu preciso tirar um pó desse blog e surgiu uma chance pra isso, hehe. Pronto, aviso dado. o/
Ontem a noite estava eu, feliz na frente do meu computador como todas as noites, no meio do meu turno de trabalho - afinal trabalhar durante o dia é um saquito quando se tem a opção de escolher que horas é o seu expediente.
De repente, as luzes do meu quarto começam a piscar loucamente e o nobreak começa a funcionar. A primeira coisa que penso é "OH HELL, um poltergeist na minha casa!". Logo depois a luz se apaga de vez. Olho pela janela e a vista inteira estava escura, exceto um clarão estranho que vinha do térreo de um prédio. Eis que surge a segunda ideia maluca: "OH FUCK, caiu um disco voador ali! Daqui a pouco vai começar a invasão!" /o\
Antes fosse, pelo menos seria algo emocionante! Na verdade era SÓ um blecaute que durou tempo suficiente pra me deixar em desespero. Admito, sou uma viciada incurável da energia elétrica. À noite, período do dia que eu estou mais agitada, sem computador, sem video game, sem tv com programa ruim, com receio de gastar as baterias do celular e do DS... foi terrível. Tentei dormir mais cedo, mas não adiantou. Acabei pegando no sono no mesmo horário de sempre, com a diferença que estava morrendo de tédio.
Claro, outros detalhes zensacionais da noite anterior envolveram vizinhos que saíram na rua pra assoviar ou pra fazer barulho com suas motos velhas. Afinal cada um lida com a situação e o tédio de maneiras diferentes e infelizmente alguns putos optam por estragar ainda mais as noites dos outros.
Isso porque estava no conforto do meu lar. Imagine quem ainda estava na rua, ou dentro de um elevador, ou dependendo de aparelhos hospitalares! Ou ainda nos putos master que se aproveitaram pra barbarizar por aí. Isso não se faz, somos todos muito dependentes dessa coisinha chamada eletricidade e da maravilhosa visão. Voltar à época das velas não tem nada de romântico, haha.

Quando fiquei sabendo que, depois do U2 ter transmitido um show ao vivo pelo youtube, o Foo Fighters faria o mesmo, só que de um estúdio pelo facebook, endoidei. Queria muito assistir mas tinha quase certeza que as minhas conexões não aguentariam o streaming. Explicando: no momento tenho o Speedy, constante mas com velocidade baixa, e o 3G, de boa velocidade mas não tão constante assim.
Fiquei o dia inteiro de mimimi por causa disso, mas na hora da transmissão eu não aguentei e fui tentar assistir mesmo assim. Queria ver qualquer coisa, nem que fosse com imagem congelada e som picado. Para a minha total surpresa (e alegria \o/) o streaming estava rolando! A imagem as vezes congelava, mas o som estava constante e lindo!
Eu sei que sou muito boba, mas achei o bagulho demais, 2 horas e meia de diversão garantida! Fiquei pulando e cantando que nem uma maluca aqui, sozinha no meu quarto diante de um monitor. O show não poderia ter começado melhor: The Pretender! Simplesmente a música que me endoideceu foda um tempinho atrás (e que voltou a endoidecer porque vai virar DLC do Rock Band, UHUL!). Depois foi só alegria: My Hero, Times Like These, All My Life, Skin and Bones, Word Forward, Learn to Fly, Monkey Wrench, Breakout, Everlong, Low... Nuss, nunca pensei que reconheceria tantas músicas, haha! Bendita hora que eles resolveram lançar um CD de coletânea feliz. \o/
Legal também que eles tinham um laptop lá e acompanhavam o que o pessoal dizia no facebook - volta e meia rolava vergonha alheia porque apareciam mensagens de brasileiros sem noção, sorte que eles não entendiam hehe.
Enfim, poderia rolar mais esquemas como esse e principalmente um showzin básico do Foo Fighters aqui no Brasil. Eu iria me acabar fácil, uhuuuul!
PS: Agradecimentos especiais para tio Samuel, Ana e Chen, que aguentaram os meus chiliques em caps lock no msn. xD
Dessa vez a culpa não foi exatamente minha, hehe. Na noite da véspera do dia das crianças, fui abrir o portão pros meus amigos que estavam indo embora, quando reparamos que tinha um cachorro no portão. Como ele era bem magrinho, minha mãe deu um resto de ração que a minha cachorrinha não quis - e isso foi o suficiente para, logo depois, ele entrar na minha garagem e não querer mais sair de lá.
Pra não dizer que foi de primeira, ele até saiu um pouco enquanto perguntávamos para alguns vizinhos se sabiam de onde raios vinha aquele cachorro. Mas ficou o tempo todo perto do nosso portão e entrou de novo quando entramos.
Nessa hora eu já tava chamando o cachorro de Luke. Sei lá, foi o primeiro nome que me veio em mente, achei ele com cara de Luke e pronto! xD
Puxa, como não resistir a essa carinha?
Demos mais um pouco de ração e água e deixamos que ele passasse a noite na nossa garagem. No dia seguinte minha mãe abriu o portão pra ver se ele ia tomar o rumo da roça, mas a reação foi a mesma do dia anterior. Nisso reparamos que ele tava bem mal cuidado: além da sujeira e da magreza, ele ainda tinha muitas cicatrizes (que mais tarde descobriríamos que eram de mordidas de outros cachorros), pulgas e carrapatos.
Sabem, não tinha como deixar esse cachorro na rua de novo! Ele tinha escolhido a minha casa (ou melhor, minha garagem) pra ser a nova casa dele, não dava pra simplesmente trancá-lo pra fora e ignorar a sua existência.
Aliás não sei como tem tanta gente no mundo que tem coragem de fazer isso. Como uma veterinária nos confirmou, o Luke não tem jeito de ser um cachorro que nasceu nas ruas. Ele é bem sociável, não late à toa e sabe até andar com coleira. Prefiro pensar que o ex-dono dele o deixou fugir...
Enfim, como puderam perceber, não fomos nós quem escolhemos o cachorro dessa vez: foi ele quem nos escolheu. Novamente, por ter saído da sua, ele tem se comportado muito bem. Ainda se assusta com muita coisa (ele tem uma fobia inexplicável por mangueiras, mas não de água), mas já se sente em casa, fazendo até festinha quando alguém chega e faz até as necessidades no mesmo lugar que o Willy fazia oO. Depois de um bom banhão, virou outro cachorro. O pelo dele até brilha um pouco no sol, haha.
Eu adoooouro certas raças, acho o Golden fofíssimo, o Chow Chow demais e nem preciso dizer que meus olhos marejam toda vez que eu vejo um Samoieda. Mas com tanto cachorro por aí precisando de um abrigo, vou dizer que acho difícil daqui pra frente comprar um cachorro. Só se um Willy cair no meu colo por 100 reais, hehe.
Sei que foi meio doideira, pra não dizer bem arriscado, pegar o Luke do jeito que peguei. Mas tem muita ong que doa animais já vacinados e castrados (inclusive o Centro de Controle de Zoonoses, no caso de sampa) ou pessoas que por um motivo ou outro não podem mais manter seus cachorros. Eu entrava sempre nesse site antes de ter os meus dois pequeninos. Apesar dos meus cachorros não serem muito fãs, a Pedigree tem uma campanha legal sobre adoção também. Recomendo mesmo à todos que querem ter um cachorrinho feliz em casa que procurem por estas alternativas.
Quem diria hein? De vez em quando essa mulé surpreende, haha!
Tá certo que é meio tosco falar que é Guitar Game, pagar micão, aguentar a narração medonha da Ana Maria e do pseudo papagaio. Mas por um prêmio de 15, 10 ou 5 mil vale muito a pena, hehe. Sem dizer que rolar uma iniciativa dessas em um programa cujo público alvo não tem nada a ver com o jogo é muito legal.
Se tiver coragem suficiente e idade (entre 15 a 20 anos, hunfs), as inscrições ainda estão abertas - isso até o momento da publicação deste post.
Abaixo os dois vídeos que já estão disponíveis no site oficial do programa. O primeiro é a Ana Maria jogando You give love a bad name e o segundo já mostra a primeira disputa.
A primeira coisa que conclui assim que o filme terminou foi: "meo, a Pixar não sabe mais errar!". Começou certo no trailer, legal mas e que não entregava o ouro do filme. Logo, você vai assisti-lo sem maiores expectativas, achando que é só uma história sobre um velhinho maluco que resolve viajar com a sua casa usando balões de gás e que sem querer leva um molequinho mala junto. 
Mas não, claro que a história não é só isso. Como estava desarmada, quase chorei nos primeiros minutos do filme. Depois me diverti horrores. Nem mesmo as crianças pentelhas que choravam e falavam com o filme estragaram meu humor. Aqui o ritmo é mais equilibrado, com momentos mais sensíveis e outros de diversão pura e descompromissada, ou seja, segue a velha filosofia Disney de ser um filme para família toda, mas com muita qualidade!
Nem preciso dizer que o visual é bom demais, puxa. Tá certo que não tinha lá muitos momentos em que o 3D foi usado a valer, acho que não precisava pagar mais caro pra ver as nuvens mais próximas. O que me deixou fula mesmo é que no cinema que eu fui (Kinoplex Itaim) não passou o curta Partly Cloudy! É muito absurdo assistir um filme da Pixar sem um curta bacanudo antes!
E também, como sempre, a dublagem estava ótima. Quem diria que o Chico Anysio surpreenderia a essa altura do campeonato? A voz da menininha Elle também é demais.
Tá, não disse novidade alguma, mas precisava registrar o quanto adorei esse filme, que eu ainda quero assistir de novo, e de como eu precisava ver algo bom assim no cinema! Todo mundo tem que ver Up!, todo mundo mesmo. E eu quero o DVD!
Tive a oportunidade de jogar o mais recente Guitar Hero na casa de um amigo. Sim, não posso negar que estava pra lá de curiosa afinal a lista de músicas era muito tentadora e eu li muito por aí sobre as melhorias e novidades implementadas. Sabem, eu gostaria muito de dizer que o jogo é legal, porque tem algumas músicas nele que eu realmente queria jogar, mas não consigo.
Como o nome do jogo sugere, pra quem joga com a guitarra (e sozinho), o jogo é realmente muito bom. Em níveis mais altos, as sequências de bolinhas coloridas são insanas, dá pra mudar de nível no meio da música e blablabla. No meu caso, gosto de jogar de banda, com amigos ou online, e pra isso posso dizer que o jogo não presta. 
• Os problemas com o layout continuam. O mais grave é o contador de combos e as barras que são discretas demais para serem percebidas pela sua visão periférica, o que leva a situações como não perceber quem na banda tá morrendo ou quando o vocalista morre (já que aparece só um ícone minúsculo de um microfone quebrado bem no topo da tela).
• Os especiais ainda são comunitários (ou seja, você pode acumular muitos especiais pra outra pessoa poder usar). Entre amigos eu sei que não tem problema, mas e se cair algum sacana na sua banda no online? Ah sim, e os indicadores dos especiais disponíveis ainda são ruins de serem percebidos.
• A linha do vocal realmente ficou melhor, mas não custava fazer uma setinha ou uma bolinha maior pra indicar o tom que o jogador está cantando. Joguei com dois microfones na banda e na maioria das vezes não dava pra saber qual era o meu e qual era do outro. Sem dizer que são poucos os momentos em que o vocalista pode ativar especial e a fonte escolhida não é nada funcional.
• O estilo e as cores continuam um desastre. Por exemplo, o pedal da bateria as vezes passava desapercebido por causa do pouco contraste com o fundo. Pelo menos a animação dos bonecos tem menos flashes de luz, o que nos causa menos ataques epiléticos.
Podem parecer detalhes bobos, mas que durante o jogo fazem uma baita diferença. Bateu uma vontade, ou melhor, necessidade tremenda de voltar pro Rock Band 2 e o seu layout limpo e resolvido logo na primeira música.
Não é o jogador quem tem que se conformar e acostumar com o jogo, mas sim o jogo que precisa melhorar a cada versão para tornar a experiência do jogador cada vez melhor.
Evento feliz da Mastercard bem bobinho, mas que eu e meus amiguichos não poderíamos perder: juntando 2 comprovantes de pagamento em qualquer estabelecimento do shopping participante, usando algum cartão da mastercard feliz, 2 pessoas podem subir no palquinho feliz e jogar uma música no Rock Band 2. Depois de pagar o mico, cada um ganha uma camiseta.
Camiseta e uma aparição gratuita da minha cachorrinha sonolenta e com a carinha suja ^^Infelizmente não dá pra tocar qualquer música. Apesar de todas as músicas estarem disponíveis, só se pode escolher entre umas 12 lá que já foram pré-selecionadas. Eles também oferecem perucas ridículas e óculos escuros, mas recusamos educadamente. xD
Tocamos Everlong em um palquinho rodeado por pivetes que não estavam nem aí pra nós (uffs!) no Shopping Morumbi. Uma das guitarras tava com problema, só paletava pra cima e a bateria dava muita dó. Os bumbos estavam "inchados", por isso colocaram fita isolante pra consertar, e nunca vi um pedal mais mole. Claro que eu fui a pior da banda, mas o que interessa é que jogamos e ganhamos uma camiseta pra isso - lucrão, se pensar que eu jogaria de graça.
O mais impressionante de tudo isso é que o jogo tava rodando em um xbox 360! Custo a acreditar que eles não estavam revezando consoles, porque pra um bichinho desses aguentar o dia todo...