Que personagem de D&D voce seria?

Não concordo muito com o meu resultado (nunca joguei de wiz e não tenho tudo isso de sabedoria e carisma xD), mas o teste é interessantezin e beeem longo. Pelo menos aprendi algumas palavras novas em inglês. =D
Pior que nos detalhes do teste não apareceram muitos "quases". o_O


I Am A: Chaotic Neutral Human Wizard (3rd Level)


Ability Scores:

Strength-11

Dexterity-10

Constitution-10

Intelligence-12

Wisdom-18

Charisma-12


Alignment:
Chaotic Neutral A chaotic neutral character follows his whims. He is an individualist first and last. He values his own liberty but doesn't strive to protect others' freedom. He avoids authority, resents restrictions, and challenges traditions. A chaotic neutral character does not intentionally disrupt organizations as part of a campaign of anarchy. To do so, he would have to be motivated either by good (and a desire to liberate others) or evil (and a desire to make those different from himself suffer). A chaotic neutral character may be unpredictable, but his behavior is not totally random. He is not as likely to jump off a bridge as to cross it. Chaotic neutral is the best alignment you can be because it represents true freedom from both society's restrictions and a do-gooder's zeal. However, chaotic neutral can be a dangerous alignment because it seeks to eliminate all authority, harmony, and order in society.


Race:
Humans are the most adaptable of the common races. Short generations and a penchant for migration and conquest have made them physically diverse as well. Humans are often unorthodox in their dress, sporting unusual hairstyles, fanciful clothes, tattoos, and the like.


Class:
Wizards are arcane spellcasters who depend on intensive study to create their magic. To wizards, magic is not a talent but a difficult, rewarding art. When they are prepared for battle, wizards can use their spells to devastating effect. When caught by surprise, they are vulnerable. The wizard's strength is her spells, everything else is secondary. She learns new spells as she experiments and grows in experience, and she can also learn them from other wizards. In addition, over time a wizard learns to manipulate her spells so they go farther, work better, or are improved in some other way. A wizard can call a familiar- a small, magical, animal companion that serves her. With a high Intelligence, wizards are capable of casting very high levels of spells.


Find out What Kind of Dungeons and Dragons Character Would You Be?, courtesy of Easydamus (e-mail)

A Princesa e o Sapo


Finalmente a Disney voltou a fazer o que ela faz de melhor: longas de animação 2D com histórias infantis felizes. Espero que eles não deixem de fazê-las porque o desenho é lindo demais (novidade nenhuma). Tem uma sequência estilizada na parte inicial que eu babei muito e minha admiração foi ridiculamente visível, hehe.

Mas o legal em A Princesa e o Sapo é que eles voltaram a fazer um roteiro decente. Não aquela coisa espetacular que a Pixar faz, mas uma história coerente, honesta e com boas sacadinhas. Parece que finalmente perceberam que era isso que faltava nos filmes 3D deles, não se limitaram a contar apenas a história original e fizeram uma adaptação muito boa.
Ok, muitas cenas de musicais aleatórios (é alguém se apresentar, ou ter que explicar algo, ou estufar o peito que você sabe que vai começar a cantoria), talvez eu já não tenha idade para apreciá-las mais, mas talvez as crianças (e será que eu também?) estranhariam se elas não existissem.
Pessoalmente, adorei ver uma princesa que luta pelo que quer ao invés de passar pela vida esperando um príncipe rico e bonitão, hehehe.


Com tanta bomba em cartaz no momento (Lua Nova? 2012? AAAARGH!), um desenho de qualidade é como uma luz no fim do túnel nesses finais de semana cheios de pessoas nas ruas. Principalmente se for seguido de uma boa comilança, hehe.

Nunca mais vou em uma montanha russa

De verdade! Nunca nesse caso tá longe de ser uma palavra forte.
Adiei até onde pude minha visita ao lendário Hopi Hari. De fato o lugar é bem legal, me diverti em vários brinquedos (mesmo com um preju financeiro mala do ingresso e da comida). O calor desgraçado, as filas infernais e fedidas, a chuva que me pegou em um dos brinquedos e a consequente friaca também não foram legais, mas o pior mesmo foi a montanha russa.


Pra começar, foi a que tinha fila maior e com mais aborrescentes por metro quadrado. Além da minha costumeira dor nos joelhos por ficar muito tempo em pé e parada, ainda tinha o calor, o futum, as conversinhas nheca e os gritos (as criaturas se espalhavam ao longo da fila e ficavam gritando pra se comunicar). Acho que ficamos quase 1 hora naqueles corredorzinhos de matadouro - nossa, como essa analogia fez sentido, ick!

Então finalmente nos sentamos naquele carrinho duro e que não inspirava nenhuma confiança. A subida era absurdamente íngreme e infinita, que só serviu pra me deixar mais apavorada. Quando ela finalmente termina... potaquepareo!!! Que agonia, que sensação horrível! Deve ser porque eu tenho medo de altura, não sei, mas não achei aquilo nada divertido. Não vi graça nenhuma em parecer que eu ia morrer naquela queda do caramba ou nas curvas bruscas que me jogavam pra lá e pra cá (tanto que bati minha perna na lateral do carrinho e tá doendo até agora). Aliás esse chacoalhamento todo me deixou com uma dorzinha de cabeça chata pelo resto do dia.

Pelo menos a experiência serviu pra tirar a prova e pra concluir que eu jamais vou pagar uma grana preta pra saltar de para quedas. Ah, só pra ser mais desagradável, os caras tiram uma foto do pessoal na hora da descida e sorte a minha que o cara na minha frente ergueu os braços e escondeu a minha expressão de profundo horror, hehe.

Blecaute

Sei que a essa hora o tema já tá mais do que batido e todo mundo já reclamou, fez piadinhas, redirecionou links de notícias e tralala. Só que eu preciso tirar um pó desse blog e surgiu uma chance pra isso, hehe. Pronto, aviso dado. o/

Ontem a noite estava eu, feliz na frente do meu computador como todas as noites, no meio do meu turno de trabalho - afinal trabalhar durante o dia é um saquito quando se tem a opção de escolher que horas é o seu expediente.

De repente, as luzes do meu quarto começam a piscar loucamente e o nobreak começa a funcionar. A primeira coisa que penso é "OH HELL, um poltergeist na minha casa!". Logo depois a luz se apaga de vez. Olho pela janela e a vista inteira estava escura, exceto um clarão estranho que vinha do térreo de um prédio. Eis que surge a segunda ideia maluca: "OH FUCK, caiu um disco voador ali! Daqui a pouco vai começar a invasão!" /o\

Antes fosse, pelo menos seria algo emocionante! Na verdade era SÓ um blecaute que durou tempo suficiente pra me deixar em desespero. Admito, sou uma viciada incurável da energia elétrica. À noite, período do dia que eu estou mais agitada, sem computador, sem video game, sem tv com programa ruim, com receio de gastar as baterias do celular e do DS... foi terrível. Tentei dormir mais cedo, mas não adiantou. Acabei pegando no sono no mesmo horário de sempre, com a diferença que estava morrendo de tédio.

Claro, outros detalhes zensacionais da noite anterior envolveram vizinhos que saíram na rua pra assoviar ou pra fazer barulho com suas motos velhas. Afinal cada um lida com a situação e o tédio de maneiras diferentes e infelizmente alguns putos optam por estragar ainda mais as noites dos outros.

Isso porque estava no conforto do meu lar. Imagine quem ainda estava na rua, ou dentro de um elevador, ou dependendo de aparelhos hospitalares! Ou ainda nos putos master que se aproveitaram pra barbarizar por aí. Isso não se faz, somos todos muito dependentes dessa coisinha chamada eletricidade e da maravilhosa visão. Voltar à época das velas não tem nada de romântico, haha.

Foo Fighters Live Performance from Studio 606


Quando fiquei sabendo que, depois do U2 ter transmitido um show ao vivo pelo youtube, o Foo Fighters faria o mesmo, só que de um estúdio pelo facebook, endoidei. Queria muito assistir mas tinha quase certeza que as minhas conexões não aguentariam o streaming. Explicando: no momento tenho o Speedy, constante mas com velocidade baixa, e o 3G, de boa velocidade mas não tão constante assim.

Fiquei o dia inteiro de mimimi por causa disso, mas na hora da transmissão eu não aguentei e fui tentar assistir mesmo assim. Queria ver qualquer coisa, nem que fosse com imagem congelada e som picado. Para a minha total surpresa (e alegria \o/) o streaming estava rolando! A imagem as vezes congelava, mas o som estava constante e lindo!

Eu sei que sou muito boba, mas achei o bagulho demais, 2 horas e meia de diversão garantida! Fiquei pulando e cantando que nem uma maluca aqui, sozinha no meu quarto diante de um monitor. O show não poderia ter começado melhor: The Pretender! Simplesmente a música que me endoideceu foda um tempinho atrás (e que voltou a endoidecer porque vai virar DLC do Rock Band, UHUL!). Depois foi só alegria: My Hero, Times Like These, All My Life, Skin and Bones, Word Forward, Learn to Fly, Monkey Wrench, Breakout, Everlong, Low... Nuss, nunca pensei que reconheceria tantas músicas, haha! Bendita hora que eles resolveram lançar um CD de coletânea feliz. \o/


Legal também que eles tinham um laptop lá e acompanhavam o que o pessoal dizia no facebook - volta e meia rolava vergonha alheia porque apareciam mensagens de brasileiros sem noção, sorte que eles não entendiam hehe.
Enfim, poderia rolar mais esquemas como esse e principalmente um showzin básico do Foo Fighters aqui no Brasil. Eu iria me acabar fácil, uhuuuul!


PS: Agradecimentos especiais para tio Samuel, Ana e Chen, que aguentaram os meus chiliques em caps lock no msn. xD

Cachorro novo (de novo) em casa

Dessa vez a culpa não foi exatamente minha, hehe. Na noite da véspera do dia das crianças, fui abrir o portão pros meus amigos que estavam indo embora, quando reparamos que tinha um cachorro no portão. Como ele era bem magrinho, minha mãe deu um resto de ração que a minha cachorrinha não quis - e isso foi o suficiente para, logo depois, ele entrar na minha garagem e não querer mais sair de lá.
Pra não dizer que foi de primeira, ele até saiu um pouco enquanto perguntávamos para alguns vizinhos se sabiam de onde raios vinha aquele cachorro. Mas ficou o tempo todo perto do nosso portão e entrou de novo quando entramos.

Nessa hora eu já tava chamando o cachorro de Luke. Sei lá, foi o primeiro nome que me veio em mente, achei ele com cara de Luke e pronto! xD


Puxa, como não resistir a essa carinha?

Demos mais um pouco de ração e água e deixamos que ele passasse a noite na nossa garagem. No dia seguinte minha mãe abriu o portão pra ver se ele ia tomar o rumo da roça, mas a reação foi a mesma do dia anterior. Nisso reparamos que ele tava bem mal cuidado: além da sujeira e da magreza, ele ainda tinha muitas cicatrizes (que mais tarde descobriríamos que eram de mordidas de outros cachorros), pulgas e carrapatos.

Sabem, não tinha como deixar esse cachorro na rua de novo! Ele tinha escolhido a minha casa (ou melhor, minha garagem) pra ser a nova casa dele, não dava pra simplesmente trancá-lo pra fora e ignorar a sua existência.
Aliás não sei como tem tanta gente no mundo que tem coragem de fazer isso. Como uma veterinária nos confirmou, o Luke não tem jeito de ser um cachorro que nasceu nas ruas. Ele é bem sociável, não late à toa e sabe até andar com coleira. Prefiro pensar que o ex-dono dele o deixou fugir...

Enfim, como puderam perceber, não fomos nós quem escolhemos o cachorro dessa vez: foi ele quem nos escolheu. Novamente, por ter saído da sua, ele tem se comportado muito bem. Ainda se assusta com muita coisa (ele tem uma fobia inexplicável por mangueiras, mas não de água), mas já se sente em casa, fazendo até festinha quando alguém chega e faz até as necessidades no mesmo lugar que o Willy fazia oO. Depois de um bom banhão, virou outro cachorro. O pelo dele até brilha um pouco no sol, haha.


Eu adoooouro certas raças, acho o Golden fofíssimo, o Chow Chow demais e nem preciso dizer que meus olhos marejam toda vez que eu vejo um Samoieda. Mas com tanto cachorro por aí precisando de um abrigo, vou dizer que acho difícil daqui pra frente comprar um cachorro. Só se um Willy cair no meu colo por 100 reais, hehe.

Sei que foi meio doideira, pra não dizer bem arriscado, pegar o Luke do jeito que peguei. Mas tem muita ong que doa animais já vacinados e castrados (inclusive o Centro de Controle de Zoonoses, no caso de sampa) ou pessoas que por um motivo ou outro não podem mais manter seus cachorros. Eu entrava sempre nesse site antes de ter os meus dois pequeninos. Apesar dos meus cachorros não serem muito fãs, a Pedigree tem uma campanha legal sobre adoção também. Recomendo mesmo à todos que querem ter um cachorrinho feliz em casa que procurem por estas alternativas.

Campeonato de Guitar Hero 5 no Mais Voce

Quem diria hein? De vez em quando essa mulé surpreende, haha!
Tá certo que é meio tosco falar que é Guitar Game, pagar micão, aguentar a narração medonha da Ana Maria e do pseudo papagaio. Mas por um prêmio de 15, 10 ou 5 mil vale muito a pena, hehe. Sem dizer que rolar uma iniciativa dessas em um programa cujo público alvo não tem nada a ver com o jogo é muito legal.

Se tiver coragem suficiente e idade (entre 15 a 20 anos, hunfs), as inscrições ainda estão abertas - isso até o momento da publicação deste post.

Abaixo os dois vídeos que já estão disponíveis no site oficial do programa. O primeiro é a Ana Maria jogando You give love a bad name e o segundo já mostra a primeira disputa.