Quase dois meses depois de ter perdido o Willy, vi que já tava na hora de ter outro cachorro por aqui. Dessa vez minha mãe queria que fosse um pequeno, que pudesse ficar dentro de casa e lalala. Na verdade ela sempre quis um cachorro assim, por isso tínhamos comprado o Flick - pena que o bicho tinha mó fogo no rabo e perdeu uma bela chance de ser tratado com um bibelô.
Sempre quis também adotar um cachorro ao invés de comprar um. Tá certo que filhotinhos de raça são super fofos e tudo mais, só que pra eles tem demanda de sobra. E tem muito cachorro ainda por aí precisando de cuidados e carinho.
Coincidentemente, a tia do namorado de uma amiga minha precisava doar alguns dos seus cachorros porque a situação financeira dela não permitia manter 4 shih tzus, além de um paulistinha, um gato e um papagaio. A menorzinha deles, branquinha e super carente conquistou rápido o pessoal aqui de casa, e só por fotos, hehe.
A história da família é demais. Ano passado, um casal de shih tzus apareceu na porta da casa deles, abandonados, sendo que a fêmea já estava grávida. Foram acolhidos, mas mesmo assim dois filhotes não sobreviveram provavelmente por causa de maus tratos. A Kellynha e o irmão dela, Wolverine (heuheuhe, igualmente invocadão xD), foram os dois que sobreviveram.
Fomos buscá-la no sábado e a tarefa não foi nada fácil. Uma coisa é você pegar um cachorro que precisava de um lar e fica todo feliz e esperançoso quando encontra um. Outra bem diferente é pegar um que já tinha um lar, donos que o tratavam bem e que sentiam muito por ter que apelar para adoção.
Fiquei com muito receio que ela não se adaptasse, mas estamos indo muito bem. Minha sobrinha está completamente boba com a cachorrinha e fica com ela o tempo todo.
Aí está uma das primeiras fotos que tirei da Kellynha. Tivemos que tosar todo o pelo dela porque estava com muitos nós, ficou irreconhecível! De costas parece até um filhote de labrador, heuhehe!
Gravamos até um videozinho pelo celular, onde dá pra ver a cara enrugada e preguiçosa dela, roncando muito.
Aaah mas eu adoro a Telefonica!
Estou postando do estúdio só para avisar que vou ficar um tempo offline. Dessa vez não foi só o Speedy que morreu, foi a linha telefônica toda mesmo.
Ontem à noite, eu tava feliz e contente no meu computador quando a conexão morreu. Normal, achei que voltaria mais tarde, mas nem voltou. Fui reparar meia hora depois que a linha também estava muda. E que lá embaixo na sala também.
Liguei para a Telefonica pelo celular, fizeram os testes (ou pelo menos disseram que fizeram) e constataram que o problema era na minha casa e não na central deles. O que é muito estranho porque a gente não fez nada na fiação para que a linha morresse de uma hora pra outra. Aceitei que enviassem um técnico pra minha casa (mesmo sob cobrança de 5 reais na conta) pra ter alguma chance de resolver o problema.
Claro que depois eu brigaria por esses 5 reais. Nem tanto pelo valor, mas pelo fato de cobrar da gente por algo que eles têm a obrigação de fazer, ou pelo menos manter funcionando. Afinal a gente não paga pouco por mês pelo serviço que recebemos.
Hoje de manhã resolvi ligar novamente pra ter uma segunda opinião e eis que a atendente (uma topeira por sinal, que só sabia ler o que estava escrito no sistema) me informa que o problema é na minha região e que até amanhã às 11 horas a minha linha volta a funcionar. Ou seja, demoraram pra sacar o problema e ainda vão demorar ainda mais para resolvê-lo. QUE BOM HEIN?
Desconfio que tenha a ver com uma mega fogueira que uns berebentos sem mãe tenham feito perto de um poste na quadra debaixo.
Depois dessa vou retomar a minha briga por uma conexão melhor. AAAARGH!!!
Não resisti em tirar uma foto desta chamada. Na verdade eles sempre anunciaram isso no quadro de avisos do prédio onde estudei mas eu nunca tinha uma câmera disponível para registrar. Sempre fiquei pensando se alguma pré arquiteta, publicitária ou designer teria culhões para encarar isso.
Sim, pensei em procurar por vídeos no youtube, mas sabem como é, a ignorância é uma benção.
A revelação do ano, em rede nacional!
Essa menina é um anão disfarçado enviado pelo demônio mesmo, credo!
Só sei que ri como uma condenada quando vi isso no CQC desta última segunda, hehehe.
Mais uma tranqueira que encontrei perdida nos meus arquivos, provavelmente da época que eu recebia e-mails de conhecidos. Nem quero desafiar ninguém com isso porque eu não passo nem do nível fácil, heh.
NÍVEL FÁCIL:
1. Xuxa! A Sasha fez xixi no chão da sala.
2. O rato roeu a roupa do Rei de roma a rainha com raiva resolveu remendar.
3. Três pratos de trigo para três tigres tristes.
4. O original nunca se desoriginou e nem nunca se desoriginalizará.
5. Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce? Respondi que o doce que é mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce.
NÍVEL MÉDIO:
1. Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabemos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores.
2. O tempo perguntou ao tempo qual é o tempo que o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo que não tem tempo para dizer ao tempo que o tempo do tempo é o tempo que o tempo tem.
3. Em baixo da pia tem um pinto que pia, quanto mais a pia pinga mais o pinto pia!
4. A sábia não sabia que o sábio sabia que o sabiá sabia que o sábio não sabia que o sabiá não sabia que a sábia não sabia que o sabiá sabia assobiar.
NÍVEL DIFÍCIL:
1. Num ninho de mafagafos, cinco mafagafinhos há! Quem os desmafagafizá-los, um bom desmafagafizador será.
2. O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades que deveriam ser desinquivincavacadas.
3. Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pervencê-la porquanto perecem pressupostos primários permissíveis para propugnar pelo presente pleito pois prejulgamos pugna pretárita perfeitíssima.
4. Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com
ornitologista, ornitologista com otorrinolaringologista, porque ornitorrinco, é ornitorrinco, ornitologista, é ornitologista, e otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.
5. Disseram que na minha rua tem paralelepípedo feito de paralelogramos. Seis paralelogramos tem um paralelepípedo. Mil paralelepípedos tem uma paralelepipedovia. Uma paralelepipedovia tem mil paralelogramos. Então uma paralelepipedovia é uma paralelogramolândia?
NÍVEL IMPOSSÍVEL:
Verbo Tagarelar no Futuro do Pretérito
Eu tagarelaria
Tu tagarelarias
Ele tagarelaria
Nós tagarelaríamos
Vós tagarelaríeis
Eles tagarelariam
Legal esse gif, até xD
Demorei um tempo para escrever este post pois precisava separar as impressões do filme das emoções por ter assistido um filme em 3D pela primeira vez. Devo ser boba demais pra ter tanta dificuldade nisso! Fiquei muito, mas muito vislumbrada com os efeitos que encareceram muuuuito o ingresso, é coidiloko mesmo. Infelizmente, além do preço, as criancinhas retardadas que gritavam toda vez que algo parecia sair da tela limitam muito a minha paciência a minha frequencia a este tipo de sala. 
Na minha opinião totalmente pessoal e intransferível, o filme é legalzinho. Não é nenhuma obra prima da animação mas também não é um mero tapa buraco na programação cinematográfica infantil. Dá pra sacar que foi feito com carinho e com ideias muito boas - mesmo não tendo um roteiro genial.
Talvez a falta de sal esteja nos personagens. São divertidos, só que os achei um pouco esteriotipados. Sabe, a geleca tem ser super burra e o cientista meio maluco? No caso da protagonista, o melhor dela era a situação em que ela estava envolvida e não a personalidade dela em si. E sim, eu queria que tivessem mais monstros diferentes no filme e de tipos mais bizarros.
Realmente ninguém supera Monstros S/A nesse quesito, hohohoe!
O final foi bem xoxo, ao estilo "não sabemos como terminar então vamos encontrar uma desculpa esfarrapenta copiada de um filme da Pixar". Claro, no filme da Pixar o final fez sentido, mas em Monstros vs Alienígenas não. Mas por ser um filme da Dreamworks tá bom.
E só fiquei com vontade de ver a versão legendada porque o general é dublado pelo Jack Bauer e o Doutor Barata pelo House, heh.
Aviso importante: mantenha-se sentado no cinema por mais um tempinho porque tem uma cena depois da primeira parte dos créditos.
Offtopic: no cinema que eu fui, tinha uma fila absurdamente grande na sala em que o filme do curintia estava sendo exibido. Vai entender.
