Tchau, Flick


Não tinha mais jeito. Engraçado como a gente nunca imaginaria que uma coisa dessas fosse acontecer. Que aquele cachorro tão pentelho, cheio de energia, que mal tinha paciência pra ficar no nosso colo fosse partir tão cedo.

Como eu tinha dito no meu post sobre os meus cachorros, a gente praticamente salvou a vida dele quando o compramos em uma feira de animais. Isso é até reconfortante, afinal a gente deu uma vida decente pra ele nesses 6 anos.

Tava indo tudo bem até que a minha mãe o levou no veterinário pra limpar os dentes e castrar. Esses procedimentos não o prejudicaram, mas descobriram que ele tinha problemas renais e que esse tipo de coisa não tinha cura. Foram meses de remédios, ração especial, soros quase diários, tranfusões de sangue... Mesmo sabendo que não tinha mais jeito, meus pais queriam tentar, afinal o bichinho queria viver.

Mas hoje não teve jeito. De manhã ele tava com convulsões, a barriga e o pescoço inchados, feridas, diarréia e hemorragias. Não tinha outra solução que não fosse acabar com esse sofrimento todo de uma vez. Pelo menos aplicaram uma anestesia que o fez dormir, espero que tenha sido menos pior assim.

Mesmo não sendo tão apegada a ele (nessas horas é até bom não ser), não teve como eu não ficar triste com isso.
O sacaninha vai fazer falta.

2 comments:

chen disse...

eeeeita... q pena!! Mas espero q tenha sido tudo para o melhor neh? tenho certeza q ele vai levar boas lembrancas :)

pior q esses bixinhos fazem mta falta +_+

Samuel disse...

O negócio é que cachorro é bicho de matilha, de grupo. Ele assume a identidade de quem tá em volta. E se é gente, ele se torna gente também, na medida que ele pode.

Uma pena ele não viver o que gente vive.